terça-feira, 19 de agosto de 2014

Ferrovia de Integração Oeste-Leste começa a receber os primeiros trilhos


São mais de 3 mil barras de trilhos num total de mais de 2 mil toneladas.
O primeiro carregamento, composto de 3.031 barras de trilhos de origem espanhola que foram comprados pela Valec para utilização na Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), começou a ser entregue na terça-feira (12) na obra da ferrovia.

As barras pesam ao todo 2.185 toneladas (cerca de 720 quilos cada uma). Do total, 500 toneladas estão sendo descarregadas ao lado do eixo da ferrovia em Jequié (lote 2) e outras 1.685 toneladas em Brumado (lote 4). O trabalho de descarregamento deve durar toda a semana.

Os trilhos chegaram na semana passada ao Porto de Ilhéus, no sul da Bahia. São esperados mais 11 navios do mesmo fornecedor desse carregamento e, a partir de setembro, uma fabricante chinesa também passará a entregar trilhos no Brasil.

No trecho de 1022 quilômetros entre Ilhéus e Caetité, a Fiol atinge o nível de 50,06% de obras realizadas até o momento. A chegada dos trilhos garante a continuidade do ritmo normal da construção que deve ser concluída nesse trecho até dezembro de 2015.

Projeto total

Devido à importância econômica para a região, o primeiro trecho da Fiol (Ilhéus-Caetité) foi incluído no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo federal. A capacidade inicial da ferrovia é transportar aproximadamente 40 milhões de toneladas ao ano por sentido, entre grãos, minérios, combustíveis e carga geral, destinadas aos mercados interno e externo.

No âmbito do Sistema Ferroviário Nacional, o qual tem a Ferrovia Norte-Sul (FNS) como estruturadora, posteriormente, ocorrerá a interligação dessa com a Fiol, o que ampliará as possibilidades de escoamento da produção agrícola e de mineração e incentivará novos investimentos e aumento da produção.

Com informações da Valec

Ana Rita Gondim

Fonte: Agência CNT de Notícias - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=53494737&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 
 

Justiça dá prazo de 6 meses para conclusão do contorno ferroviário de 3 Lagoas


Construção foi barrada em 2012 por conta de irregularidades na licitação
Gabriel Maymone

A Justiça determinou que a obra do contorno ferroviário de Três Lagoas (MS) seja concluída em até seis meses. A decisão impôs ainda o bloqueio de R$ 2,3 milhões em bens de seis acusados de envolvimento nas irregularidades. Em 2012 a construção foi barrada por conta de irregularidades como restrições à competitividade e desde então o impasse continua. O objetivo seria instalar 12,37 quilômetros de linha férrea a um custo de R$ 32.628.439,25.

O Ministério Público Federal (MPF) em Três Lagoas pediu e a Justiça concordou com o bloqueio judicial de R$ 2.339.745,30 em bens dos 6 responsáveis por licitar, executar e fiscalizar a obra do contorno ferroviário.

Histórico
A data prevista inicialmente para o término das obras era setembro de 2011. O projeto está com 65% das obras concluídas, restando ainda a implantação de trilhos e dormentes. Os materiais foram entregues pelo DNIT em junho de 2013, com atraso de quatro anos em relação à previsão inicial, mas ainda não foram empregados por conta da paralisação.

Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) de 2011 apontou irregularidades como compras, pagamentos e contratações de serviço dispensáveis, opções não econômicas e de pior qualidade e diversas restrições no processo de licitação.

Por causa de exigências abusivas do edital, como qualificação elevada e necessidade de vistoria antecipada no local das obras, com presença de técnico, das 18 empresas concorrentes, a maioria desistiu, restando apenas duas. Ao final, a empresa CMT Egesa sagrou-se vencedora.

Na fase de construção, mais irregularidades. A empresa cobrou, e recebeu, pela utilização e manutenção de usina de asfalto e de uma central de concreto, que não existiam. Também cobrou por serviços desnecessários como limpeza de camada vegetal e escavação de jazida, que acarretou um prejuízo de R$ 431.084,70.

A utilização de solda aluminotérmica - ao invés da solda elétrica prevista no projeto - gerou prejuízo de R$ 560.387,16, elevando injustificadamente as soldas previstas, de 69 para 2062.

A utilização de areia e pedra brita de fornecedores comerciais, ao invés da usual exploração de jazidas locais em obras de grande porte, gerou um desperdício, segundo o TCU, de R$ 1.032.178,03.

Fonte: Correio do Estado - MS
 

Novas linhas do metrô de BH só devem sair do papel em 2020


Joana Suarez

O metrô de Belo Horizonte completa, neste mês, 28 anos, 12 deles sem nenhuma expansão, mas com muitos projetos e promessas. Nesta segunda-feira, no entanto, uma nova etapa da criação da Linha 3 pode ser concluída: a Metrominas – empresa formada pelo Estado e prefeituras de Belo Horizonte e Contagem em 2000 – deve entregar o último documento exigido pela Caixa Econômica Federal (CEF) para liberar os recursos para as obras. No caso da expansão da Linha 1 e da criação da Linha 2, que ao contrário da 3 não serão feitas com verba federal, mas sim por meio de uma parceria público-privada (PPP), faltaria apenas a assinatura de convênio por parte da União. Se o cronograma for mantido, a previsão é que novas linhas sejam concluídas em cinco anos. Assim, só em 2020 os trilhos serão vistos fora do papel.

A promessa de entregar o documento na segunda foi feita pelo presidente da Metrominas, José Eugênio Castro. Ele corresponde ao último detalhamento de gastos exigido pela Caixa para liberar os recursos. “Ao analisar as contas, a Caixa vai pedindo a abertura de vários itens. Ela pediu detalhamento de 80% dos custos. O projeto fala quanto custa a escavação do túnel, por exemplo, depois detalhamos quantos homens será preciso, qual a máquina. Até segunda-feira agora entregaremos o último documento pedido, mas não sabemos se serão solicitadas mais informações”, explicou o presidente da Metrominas, José Eugênio Castro.

Procurado, o governo federal informou, em nota, que a complementação e a análise técnica do projeto estão dentro da previsão do Ministério das Cidades e a data-limite para essa conclusão é o fim deste ano. “Até o momento, o projeto da Linha 3 foi entregue parcialmente”.

Ainda conforme a União, o metrô tem R$ 4 bilhões reservados desde 2012, que serão liberados a partir do andamento da obra. “O governo federal e o Estado assinaram um contrato para elaboração do projeto básico no valor de R$ 53,34 milhões (para intervenções em todas as linhas). A liberação é realizada de acordo com o desenvolvimento do projeto”. Segundo Castro, o custo total da expansão será de R$ 6,5 bilhões – quase o dobro do previsto quando se começou a planejar as obras, em 2011.

PPPs. No caso das linhas 1 e 2, o entrave seria burocrático. “Só precisamos que a União assine o convênio passando a operação e o patrimônio do metrô para a Metrominas”, explicou Castro. Segundo ele, em reunião nesta quinta, representantes da União se mostraram dispostos a tratar do convênio em um novo encontro, ainda sem data.

Assim que isso ocorrer, a Metrominas promete abrir a licitação para a empresa que vai operar o metrô por parceria público-privada (PPP) e fazer as obras das linhas 1 e 2. Apenas a construção da Linha 3 será feita por concorrência de menor preço e não PPP.

Virou notícia

Desperdício. Quando o metrô fez 25 anos, em 2011, O TEMPO mostrou que foram gastos R$ 84 milhões em obras inacabadas e em projetos que não saíram do papel nos dez anos anteriores.

Fonte: Super Notícia - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=45197174 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Fusão ALL-Rumo tem número recorde de contestações no Cade


A Rumo é usuária da ferrovia e compete com algumas das empresas que entraram no órgão antitruste.
A fusão entre a ALL e a Rumo recebeu um número recorde de oposições, ontem, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A lista de impugnantes inclui a Agrovia, a Fibria, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a Federação de Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e várias entidades daquele Estado, como a Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná (Alcopar), o Sindicato da Indústria do Açúcar do Estado do Estado (Siapar) e o Sindicato da Indústria de fabricação do Álcool do Paraná (Sialpar).

Além dessas empresas e entidades, a Novo Oriente, que atua no setor de transportes e logística - também enviou petição ao Cade em que manifesta preocupação com "expressivas concentrações" resultantes da fusão que podem "afetar a livre concorrência". Na segunda-feira, a Ipiranga encaminhou uma intervenção ao órgão antitruste em que pediu a imposição de restrições à fusão para garantir o uso da ferrovia da ALL em condições não discriminatórias.

Todas as empresas e entidades manifestaram preocupações com o domínio da Cosan, dona da Rumo, na ferrovia da ALL e querem que o órgão antitruste tome providências para evitar eventuais casos de discriminação na contratação de espaços nos vagões em que transportam produtos. A Rumo é usuária da ferrovia e compete com algumas das empresas que entraram no órgão antitruste.

Nas petições da Agrovia e da Abiove há pedidos claros para que o Cade determine desinvestimentos ao julgar a fusão entre ALL e Rumo. A avaliação é a de que seria preciso vender terminais no porto de Santos para viabilizar a atuação da concorrência frente à fusão. De acordo com os documentos assinados pelos advogados Ubiratan Mattos, Maria Cecília Andrade e Ana Carolina Estevão do escritório Mattos, Muriel, Kestener, as medidas sugeridas pela Cosan ao Cade não são suficientes para viabilizar o uso da ferrovia em condições não discriminatórias por concorrentes.

Ao notificar a operação, em 21 de julho, a Cosan anunciou a criação de um comitê para garantir o transporte de cargas por concorrentes na ferrovia da ALL. Esse comitê seria composto por três a cinco membros independentes do conselho de administração da nova companhia, um dos quais do BNDESPAR. As decisões teriam de ser aprovadas por, no mínimo, 90% dos membros do conselho de administração, o que significa poder de veto para cada um dos acionistas. Com isso, a Cosan entende que estaria garantido o uso da ferrovia por concorrentes. A companhia argumentou ao Cade que pretende transportar o maior número possível de cargas de modo a ser mais eficiente e, com isso, obter mais lucro.

Mas, segundo as petições que chegaram ao Cade até, ontem, são necessárias "medidas estruturais" para garantir a concorrência. Ou seja, na opinião dos concorrentes, será preciso determinar a venda de ativos da ALL. Para a Agrovia e a Abiove, o comitê não será suficiente por se tratar de "medida comportamental". Elas entendem que é necessária mexer na estrutura da operação.

Apenas a Fibria não pediu a realização de desinvestimentos na ALL. Mas a empresa também reclamou contra a fusão.

"A operação levanta muitas preocupações concorrenciais", afirmou a advogada Ana Paula Martinez do escritório Levy & Salomão, que defende a Faep. Para ela, o Cade terá de tomar providências para garantir o acesso de produtores aos trilhos da ALL em condições não discriminatórias. "É preciso garantir acesso a um bem essencial num cenário em que a infraestrutura no Brasil está longe do ideal", disse a advogada, referindo-se à ferrovia. "Essa infraestrutura não pode ser usada só para atender o grupo Cosan", completou. "Essa é uma fusão com grande número de impugnações, o que atesta a gravidade e a importância do estudo a ser efetuado pelo Cade", avaliou o advogado José Del Chiaro, que assinou a petição da Ipiranga.

A Cosan informou que começa hoje a tomar conhecimento do teor dos argumentos contrários à fusão e somente depois de posse dessas informações poderá se posicionar.

Valor Econômico

Fonte: Valor Econômico/Revista Ferroviária - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=19034551 

Procon verifica se há padronização de preços nos postos em João Pessoa

Reunião será realizada com donos de postos e sindicatos, para tratar da padronização dos preços da gasolina e fazer uma grande discussão sobre o problema.
Imagem Ilustrativa
O Procon-JP está notificando os postos de combustíveis em João Pessoa, que resolveram padronizar o preço do produto. Segundo o secretário Helton Renê, o órgão está convocando os donos de postos para uma reunião para a próxima sexta-feira (15), às 9h30, com o objetivo de abrir uma mesa de diálogo em relação ao assunto.

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Helton Renê informou que o ponto principal da reunião será a padronização dos preços dos combustíveis, que ocorreu na última semana. “O Procon-JP não pode interferir na política de preços dos postos, porque oficialmente não existe tabelamento do produto, mas questiona a forma como essa padronização vem sendo feita em João Pessoa”, alertou.

A reunião será realizada com donos de postos e sindicatos para tratar da padronização dos preços e fazer uma grande discussão sobre o problema. “Não podemos permitir a prática abusiva da padronização de preços”, observou o secretário. Helton Renê sugeriu, também, que o consumidor faça sua parte e procure abastecer em postos que apresentem um menor preço.
http://portalcorreio.uol.com.br/noticias/economia/consumidor/2014/08/11/NWS,244552,10,171,NOTICIAS,2190-PROCON-VERIFICA-PADRONIZACAO-PRECOS-POSTOS-JOAO-PESSOA.aspx

ANS suspende venda de 123 planos de saúde de 28 operadoras

Operadoras foram punidas por desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura
Em contrapartida, outros 104 planos foram liberados

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspende a partir deste sábado (16) a comercialização de 123 planos de saúde de 28 operadoras por desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. Esse é o resultado do 10º ciclo do Monitoramento da Garantia de Atendimento, medida existente desde o final de 2011 que visa a solução ágil dos problemas de assistência ao beneficiário de plano de saúde. Há hoje 50,7 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos no país.
Em contrapartida, a ANS autorizou a reativação no sábado de 104 planos de 34 operadoras que tinham a comercialização até então suspensa, já que houve comprovada melhoria no atendimento ao cidadão nos últimos três meses. Desde o início do programa, 991 planos de 141 operadoras já tiveram as vendas suspensas. A medida é aplicada com base nas reclamações recebidas nos canais de relacionamento da agência reguladora (Disque ANS, portal da ANS e 12 núcleos da ANS existentes nas cinco Regiões do país).
Neste 10º ciclo, foram recebidas 13.009 reclamações. A todas elas foi aplicada pela ANS a mediação de conflitos entre consumidores e operadoras de planos de saúde. O objetivo é a resolução das reclamações de origem assistencial em até cinco dias úteis pelas operadoras.
“Monitoramos de forma permanente as reclamações dos consumidores junto aos canais de relacionamento da ANS. Com a mediação de conflitos, estamos induzindo as operadoras a solucionar os problemas de forma ágil. Portanto, é fundamental que os consumidores relatem à Agência as dificuldades que não tiverem sido solucionadas por suas operadoras", ressalta o diretor-presidente da ANS, André Longo.
Detalhamento das medidas
O 10º ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento reuniu reclamações recebidas na ANS de 19 de março a 18 de junho deste ano. Desde então, ocorre a análise e revisão das soluções aplicadas pelas operadoras e se elas atenderam de forma efetiva a demanda dos consumidores.
Das 28 operadoras com planos suspensos neste novo ciclo, 22 permanecem na lista - elas já tinham planos em suspensão no ciclo anterior. Ao todo, há 6 operadoras que não constavam na lista de suspensões e 5 que têm planos suspensos pela primeira vez. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do 11º ciclo. É importante destacar que esta não é a única medida administrativa aplicada pela ANS às operadoras reclamadas, que também são multadas de R$ 80 mil a R$ 100 mil por cada caso de negativa indevida de cobertura ao consumidor.
Mediação de conflitos também para demandas não assistenciais
Desde março deste ano, as reclamações de beneficiários sobre temas não assistenciais como quebra de contratos e reajuste de mensalidades também passaram a ser tratadas por meio da mediação de conflitos, via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP). De 19 de março a 18 de junho, foram recebidas 6.996 reclamações de natureza não assistencial.
É importante esclarecer que o programa de Monitoramento considera apenas as demandas de natureza assistencial para efeito de suspensão da comercialização de planos.
Com a NIP, as operadoras são notificadas diretamente pelo portal da ANS, em espaço próprio, onde acompanham as demandas. O prazo máximo para a adoção das medidas necessárias à solução da demanda é de até 5 dias úteis no caso da NIP assistencial e de até 10 dias úteis para a NIP não assistencial. A contagem do prazo começa no primeiro dia útil seguinte à data da notificação.
http://portalcorreio.uol.com.br/noticias/saude/planos/2014/08/14/NWS,244741,42,302,NOTICIAS,2190-ANS-SUSPENDE-VENDA-123-PLANOS-SAUDE-OPERADORAS.aspx

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Patrimônio ferroviário de Lavras será devolvido ao DNIT


Galpões da extinta Rede Ferroviária Federal serão devolvidos ao DNIT, que por sua vez, deverá repassar ao município
Os galpões da Rede Ferroviária poderão ser restaurados por uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que tem parceria com as prefeituras da região. Quando  restaurados, poderão se destinar a escolas técnicas, entidades ligadas as micro e pequenas empresas, centro de evento, teatro ou outras atividades.

Quem divulgou esta informação foi o ferroviário aposentado Luiz Carlos de Souza, que está trabalhando com uma equipe que envolve instituição de captação de recursos. Segundo Luiz, um deputado federal está a frente em contato em Brasília com Banco do Brasil, BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), CAIXA, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e outras instituições.

Luiz, na semana passada, foi a Brasília se encontrar com o coordenador geral de Ferrovias do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), José Luiz de Oliveira. Luiz mostrou à reportagem uma correspondência endereçada ao presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de Belo Horizonte, João Batista de Oliveira, datada do dia 3 de julho deste ano, na qual o superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Rogério Veiga Aranha, informa que o patrimônio ferroviário de Lavras está sendo devolvido ao DNIT, que por sua vez já demonstrou interesse em repassá-lo a instituições em Lavras.

Fonte: Jornal de Lavras.com.br - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=22337718&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 
 

Concessões injetam apenas 2,5% do previsto para 5 anos


O governo conta com o interesse de investidores estrangeiros, como chineses, russos e espanhóis, para fazer a linha. Mas só colocará o projeto no mercado se tiver certeza de sucesso.
Dois anos depois de anunciado pela presidente Dilma Rousseff, o Programa de Investimento em Logística (PIL) está absolutamente distante da realidade que prometia entregar. Quando o pacote de concessões foi lançado em 2012, o governo previu a injeção de R$ 79,5 bilhões na economia no prazo de cinco anos, a partir de uma primeira rodada de concessões de estradas e ferrovias.

Levantamento feito pelo Estado com todas as concessionárias vencedoras dos leilões incluídos no PIL aponta que, neste ano, o impulso econômico gerado pelas concessões será de pouco mais de R$ 2 bilhões, o que significa apenas 2,5% do previsto para os cinco anos.

O avanço tímido fica mais evidente se confrontado com o investimento total previsto para o setor de transportes neste ano, englobando desembolsos de estatais como a Valec e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), além do setor privado.

Dados oficiais do governo compilados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam para R$ 33 bilhões. Nessa conta, as concessões terão um efeito marginal, de apenas 6% em 2014.

A frustração econômica não se deve a descumprimentos de compromissos financeiros pelas empresas. Esse resultado, na realidade, está associado a dois fatores: em primeiro lugar, o atraso de um ano no início do programa, que teve de passar por mudanças constantes, desde a revisão das taxas de retorno até as condições de financiamento, e o prazo das concessões. Além disso, faltou habilidade para destravar as concessões dos portos e, principalmente, das ferrovias, a maior fatia do investimento do PIL.

O resultado prático é que, exceto pela concessão de seis lotes rodoviários e dois aeroportos, Confins (MG) e Galeão (RJ), o PIL está praticamente parado. A desconfiança do setor privado deixou encalhada a concessão de 11 mil km de ferrovias, com investimentos previstos de R$ 56 bilhões em cinco anos. Os leilões de portos, que deveriam "desfavelizar" os terminais e movimentar R$ 54 bilhões, esbarraram numa discussão rocambolesca no Tribunal de Contas da União (TCU).

A evolução ficou por conta das rodovias, onde as concessionárias procuram acelerar a execução das obras, mas esse esforço não será suficiente para movimentar a economia neste ano. O mesmo vale para os aeroportos de Galeão e Confins, que só nesta segunda-feira serão entregues aos novos operadores.

Impasse. Nos portos, o processo de arrendamento de áreas públicas chegou há mais de um ano ao TCU e, até agora, não saiu. "Não venham cobrar do governo", disse o ministro dos Portos, César Borges.

A prometida ligação ferroviária entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO) é mais um exemplo das dificuldades encontradas pelo governo, que enfrenta uma espécie de rebelião do setor privado nacional em relação aos 901 quilômetros desta que é a única malha pronta para ir a leilão.

O edital já foi concluído e aprovado pelo TCU. Mas as empresas brasileiras já avisaram que não vão participar. Elas estimam que a ferrovia custaria R$ 7 bilhões, mas os cálculos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apontam para R$ 6,3 bilhões. O TCU, porém, refez as contas e fixou a estimativa em R$ 5,3 bilhões.

O governo conta com o interesse de investidores estrangeiros, como chineses, russos e espanhóis, para fazer a linha. Mas só colocará o projeto no mercado se tiver certeza de sucesso.

O impasse em torno do empreendimento não indica desinteresse em ferrovias no Brasil. Pelo contrário. No mês passado, o Ministério dos Transportes deu início a um Processo de Manifestação de Interesse (PMI), para estudos de novas malhas no País. Surgiram nada menos que 81 propostas de 19 empresas. Na sexta-feira, foi divulgada a relação de empresas aprovadas para fazer estudos de cinco trechos de ferrovias.

Na lista dos interessados estão empreiteiras como Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Barbosa Mello e C.R. Almeida. Como os estudos serão elaborados nos próximos seis meses, prazo fixado pelo governo, os leilões - numa previsão otimista - ficarão para o 2.º semestre de 2015.

Fonte: O Estado de S. Paulo/Revista Ferroviária - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=10004624 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Passageiros vão gastar oito minutos a menos no trem de Japeri à Central
Publicado: segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Oito composições começam hoje a parar apenas no Maracanã, após a Estação Deodoro
Angélica Fernandes

Rio - Passageiros que utilizam os trens semi-diretos dos ramais Japeri e Santa Cruz, na parte da manhã, chegarão mais rápido ao Centro a partir de hoje. A SuperVia vai oferecer oito viagens no sentido Central, com parada apenas no Maracanã, após a estação de Deodoro. A novidade promete encurtar em oito minutos o total do percurso.

Objetivo é diminuir o tempo de viagem dos passageiros que vêm mais de longe: experiência terá de ser aprovada para ter sequência

No ramal Santa Cruz, passam a ser diretas as viagens que eram feitas a partir do terminal Campo Grande, entre 5h40 e 7h. Já no ramal Japeri, as viagens acontecerão entre 5h50 e 7h30, com partidas alternadas das estações Nova Iguaçu, Japeri, Nilópolis e Mesquita.

Os passageiros que desejarem desembarcar nas demais estações não atendidas pelas viagens diretas, serão orientados a desembarcar nas estações Deodoro e Maracanã, onde poderão fazer transferência para outras composições, além de contarem com os trens semi-diretos de Santa Cruz e Japeri.

Passageiros da Zona Norte também terão trens direto, às 7h15, e chegarão à Central em 19 minutos, saindo da estação Madureira.

De acordo com o diretor de operações da SuperVia, João Gouveia, as novas viagens diretas foram implantadas a pedido dos passageiros. “A maioria dos nossos usuários que utiliza o trem da manhã, tem como destino a Central do Brasil. Estas novas viagens serão um teste e, se forem aprovadas, poderemos estender para outros horários e ramais”, explicou Gouveia.

A partir deste mês, a SuperVia colocará nos trilhos quatro novos trens por mês. Na semana passada, quatro composições chinesas, que foram encomendados pelo Governo do Estado em 2012, chegaram ao Rio e devem entrar em operação até o final de agosto. O oitavo dos dez trens nacionais adquiridos pela SuperVia também já está circulando e até setembro, todo o lote estará nos trilhos. Os novos trens estão substituindo os carros antigos, sem ar-condicionado, mas a partir de novembro, as composições que chegarem ao Rio vão intensificar a frota, que será toda climatizada até 2016.

Memória

Um mês jogado fora a cada ano

No dia 20 de julho, reportagem do DIA mostrou que trabalhadores perdem 30 dias por ano nos transportes públicos, para ir ao trabalho e voltar para casa. A constatação é de um estudo elaborado pelo economista Vitor Mihessen, da ONG Casa Fluminense, parceira do jornal que pesquisa os problemas metropolitanos do estado.

De acordo com o levantamento, baseado nos dados do Censo 2010, 227.931 fluminenses alegam que ficam 4h30 numa condução diariamente. Outros 1,5 milhão de metropolitanos gastam uma hora e meia no percurso. O drama do tempo perdido nos transportes públicos afeta diretamente os municípios mais distantes. Em Japeri, 44% dos moradores se deslocam para o Rio. Já no Rio, 98% trabalham e moram no mesmo município.

Foto:  Osvaldo Praddo / O Dia Online

Fonte: O Dia Online - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=43392366&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 
Tribunal questiona entrega antecipada de vagões e teme prejuízo
Publicado: quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Secopa diz que risco de armazenamento de carros é do Consórcio VLT
Cuiabá - O Tribunal de Contas do Estado (TCE) teme que o armazenamento dos carros do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no Centro de Operações e Manutenção do VLT, em Várzea Grande, até que o modal esteja plenamente implantado e pronto para rodar, pode trazer prejuízos ao Governo do Estado.

Durante apresentação do relatório sobre o andamento da obra, no dia 1º de julho, o conselheiro João Batista de Camargo afirmou que o fornecimento precoce dos vagões compromete a qualidade do material a ser utilizado, uma vez que estão expostos às intempéries do tempo.

“Os vagões contratados foram entregues e estão no pátio, ao relento, e podem estar obsoletos no momento do uso. As composições estão paradas no Centro de Manutenção e Operação, ao lado do Aeroporto [Marechal Rondon], e o Estado poderia ter comprado esse material com tecnologia mais avançada no final da obra”, disse Batista.

Em entrevista ao MidiaNews, o secretário da Copa (Secopa), Maurício Guimarães, afirmou que nenhuma etapa da obra – sejam os carros entregues ou os viadutos já liberados para o tráfego – foi recebida formalmente pelo Estado, o que eximiria o Governo de arcar com possíveis prejuízos apresentados no momento de funcionamento do modal.

“A obra é uma contratação integrada. Eu não recebi todos os vagões. Os viadutos, por exemplo, foram liberados para uso, mas eu não os recebi. Os riscos de os vagões estarem parados e sem uso é da construtora, do Consórcio VLT, não do Estado”, disse

Segundo Guimarães, todos os 40 vagões já foram entregues pelo Consórcio VLT e se encontram armazenados no Centro de Manutenção, cabendo à contratada arcar com qualquer problema apresentado por eles no momento do uso.

“Só vou receber a obra quando ela estiver completa, com os trens andando e tudo operando. Enquanto eles [carros] estão lá [no Centro de Operações], a responsabilidade de manutenção é do Consórcio VLT”, afirmou.

Guimarães disse que, apesar dos temores apresentados no relatório, não acredita que haja qualquer risco ao material o armazenamento até estarem aptos para uso.

“Acredito que eles não trariam os carros para Cuiabá se houvesse algum risco, uma vez que o prejuízo seria integralmente deles”, disse.

“Jogo de cronograma”

O TCE questiona, no relatório, a razão pela qual o Estado aceitou adquirir os vagões e trilhos no início da obra e sugere que o fornecimento antecipado das composições possam atender a um “jogo de cronograma” por parte da empresa.

Isso porque, apesar de ter apresentado uma proposta global para execução da obra com valor 9% menos do que o estimado pela Secopa quando da época da licitação – que era de R$ 1,6 bilhão –, o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande majorou o preço do seu material rodante (um dos itens do contrato) em 21,3% do que aquele previsto pela pasta.

Ou seja, apenas os trilhos e os vagões correspondem a R$ 498 milhões do valor global de R$ 1,477 bilhão do projeto.

O modal, porém, tem expectativa para começar a funcionar apenas em 2015.

Fonte: Midia News - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=19605366&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 
 

Governo precisa refazer estudos se quiser trem-bala, diz TCU


Se a intenção, de fato, é levar o projeto adiante, o governo terá, efetivamente, de recomeçar tudo do zero.
Oito anos depois, o governo insiste em dizer que o projeto do trem de alta velocidade ainda está ativo. Não por acaso, o projeto continua a figurar na lista das obras prioritárias no balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), onde recebe o "carimbo verde", para atestar que está adequado e em andamento.

Se a intenção, de fato, é levar o projeto adiante, o governo terá, efetivamente, de recomeçar tudo do zero. Nesta semana, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que o estudo de viabilidade técnica e econômica que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apresentou pode ir para o lixo.

A conclusão é de que, passados tantos anos desde que o processo teve início, simplesmente não há mais informações que façam aquele projeto parar em pé. Os estudos do trem que pretende ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro foram apresentados ao TCU em 2009. À época, custaram R$ 29,1 milhões aos cofres públicos.

"Sob o viés tecnológico, o decurso de cinco anos pode significar o surgimento de novas tecnologias com melhor relação custo-benefício ou o barateamento de diversos equipamentos causado pela difusão tecnológica", declarou em seu voto o ministro-relator Benjamin Zymler.

Ele também chamou atenção para a definição da taxa de retorno do investimento previsto nos estudos. A taxa proposta era de 7% ao ano, quando as mais recentes concessões de transporte do governo elevaram essa taxa para 8%. "Não estou com isso defendendo a utilização desses valores, até mesmo porque as variáveis dependem do serviço público objeto da concessão, mas apenas que a conjuntura econômica pode ser diversa da existente em 2009", disse.

O tribunal chamou atenção ainda para outras mudanças, como crescimento populacional, renda per capita, rede de transportes atualmente existente (aéreo e rodoviário), quantidade de automóveis por habitante, acessibilidade aos diversos modais de transporte, entre outros.

"Caso o poder concedente retome a licitação do objeto em apreço, envie ao Tribunal novo estudo de viabilidade devidamente atualizado", determinou a Corte de Contas. O leilão do trem-bala passou por sucessivos adiamentos. O mais recente deles ocorreu um ano atrás, quando o cronograma foi suspenso por tempo indeterminado.

Embora a decisão do TCU esteja direcionada à ANTT, a agência informou, atualmente, que quem trata do assunto é a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal vinculada ao Ministério dos Transportes. Perguntada sobre a decisão do tribunal, a EPL não se manifestou até o fechamento desta matéria.

Fonte: Estado de Minas/Agência Estado - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=11729166&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 

Consórcio VLT nega que fissuras em obra ofereçam riscos


Obra foi interditada totalmente na noite de quarta-feira (6), seis meses após ser liberada
Engenheiros do Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, responsável pelas obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Grande Cuiabá, negaram, por meio de assessoria, que as fissuras encontradas nas juntas de dilatação do Viaduto do Sefaz comprometam a segurança da obra para os cuiabanos.

O elevado, em formato de ferradura, foi erguido na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), mas, em menos de seis meses de uso, a obra – que foi a primeira do modal a ser liberada – precisou ser completamente interditada para monitoramento e possíveis reparos.

O bloqueio do tráfego sobre a obra deixou a população em dúvida quanto à qualidade, receio reforçado após a queda de um viaduto construído para a Copa do Mundo, em Belo Horizonte (MG), em julho deste ano. Mas qualquer risco foi descartado pelo consórcio construtor.

“As fissuras identificadas não comprometem a segurança do viaduto nem o tráfego de veículos na região”, afirmaram os engenheiros, por meio de assessoria, ao MidiaNews.

O Consórcio VLT disse não ter conhecimento do que levou o elevado a apresentar fissuras e que a interdição total da obra se deu para que, durante o monitoramento, as possíveis causas sejam identificadas.

“Após a análise dos relatórios é que será avaliada a necessidade de se adotar ou não medidas corretivas para as fissuras”, afirmou a assessoria.

Outras obras

Essa não foi a primeira obra do VLT a demandar reparos. O Viaduto Jornalista Clóvis Roberto (Viaduto da UFMT) – na Avenida Fernando Corrêa da Costa –, ainda na fase de execução, apresentou falhas graves na construção dos pilares, o que causava desnível da pista. O problema foi corrigido.

Na sequência, após a obra pronta, verificou-se que a lateral destinada à pista marginal ficou muito estreita para a passagem de um carro, o que demandou o corte quase total da calçada existente na via para a passagem de pedestres.

Além dessa obra, o Consórcio VLT já liberou outras obras para o tráfego, como a Trincheira do KM Zero e o viaduto da MT-040. No entanto, os engenheiros afirmam que todas elas estão sob monitoramento constante e que não há nenhuma que possa ser interditada por apresentar problemas semelhando ou reparos de qualquer natureza.

Fonte: Midia News - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=23096470&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 

Empresas privadas são autorizadas a desenvolverem estudos sobre ferrovias


Diversas atividades serão abrangidas,como estudos básicos, projeto, estudo ambiental, orçamento e cronograma físico
O Ministério dos Transportes publicou nessa sexta-feira (8), no Diário Oficial da União, seis portarias assinadas pelo ministro Paulo Sérgio Passos, que autorizam empresas privadas a elaborar a complementação dos Estudos de Viabilidade Técnica para  subsidiar a implantação da infraestrutura em seis trechos ferroviários previstos no Programa de Investimentos em Logística (PIL). Os trechos ferroviários somam 4.676 quilômetros e o MT recebeu 71 Propostas de Manifestação de Interesse (PMI) por parte de 20 grupos empresariais.

Algumas empresas autorizadas irão desenvolver os estudos de forma associada. Os estudos abrangem, de uma maneira geral, diversas atividades tais como: estudos básicos, projeto, estudo ambiental, orçamento e cronograma físico. O prazo final para a elaboração e apresentação dos estudos será de 180 dias corridos para quatro trechos que terão complementação dos estudos iniciais e de 240 dias corridos para  dois outros trechos - Sinop-Miritituba e Sapezal-Porto Velho, que não tem os estudos iniciais. Esse prazo começa a contar a partir de 8 de agosto, data de publicação das portarias.

Com o objetivo de subsidiar a decisão do Ministro dos Transportes quanto  aos estudos técnicos a serem selecionados e aos respectivos valores devidos a título de ressarcimento, o ministro Paulo Sérgio Passos instituiu uma Comissão de Seleção, que é  formada por membros do Ministério dos Transportes, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e Empresa de Planejamento e Logística (EPL). A Comissão terá um prazo de 30 dias, após a entrega dos produtos, para selecionar os estudos indicando aqueles  passíveis de serem utilizados em eventual licitação.

A adequada realização dos estudos garantirá o sucesso do processo licitatório, na medida em que disponibilizará aos interessados em participar do leilão bases sólidas para o desenvolvimento de suas propostas, ao mesmo tempo em que atrai, já nesta fase dos trabalhos, potenciais candidatos à participação nas futuras concessões.

Fonte: Fonte: Ministério dos Transportes/Portal Brasil - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=80606885&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 
 

VLT chega a Natal 


Fabricada em Barbalha (CE), composição foi despachada com destino a Natal na última segunda-feira
A primeira composição de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) chegou em Natal ainda esta semana. Segundo a Superintendência de Trens Urbanos de Natal, a composição foi fabricada pela empresa Bom Sinal, em Barbalha (CE) e foi despachada com destino a Natal nesta segunda-feira (4).

O equipamento faz parte de um investimento de R$ 154 milhões, disponibilizado através de PAC Equipamentos, do Governo Federal, para a modernização do sistema de trens urbanos.  No total, foram adquiridas 12 composições e duas locomotivas tradicionais, que já estão em Natal em fase de testes.

“Com a implantação do sistema de transporte ferroviário na Região Metropolitana de Natal, destacando o VLT como indutor da mobilidade urbana, as pessoas vão se deslocar de maneira muito mais confortável, rápida e econômica, pois não há previsão de aumento da tarifa. O valor do transporte continuará R$ 0,50”, disse João Maria Cavalcanti, superintendente regional da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). O tempo de espera será de 15 a 20 minutos.

Após a chegada do primeiro VLT, os próximos deverão ser entregues a cada dois meses e a capacidade diária das linhas deve aumentar de 8 mil para 50 mil passageiros. O primeiro veículo a entrar em circulação na capital deverá atender a linha Ribeira – Nova Natal. O outro VLT vai circular no trecho Ribeira – Parnamirim. Com o novo sistema, a estrutura de transportes por trens será modificada. O conjunto Nova Natal, na zona Norte, terá uma estação de transferência integrada às demais estações.

Com a modernização do sistema, a CBTU espera ampliar a capacidade diária de 8 mil passageiros para 50 mil. A CBTU também tem projetos de ampliação das linhas de trens em Natal e região metropolitana. O projeto prevê a implementação do destino Campus Universitário, com duas novas linhas, uma que ligará à Ribeira e outra, que formará um anel na região central da cidade.

Uma outra linha também deverá ser criada para atender o Aeroporto de São Gonçalo e formará um anel ferroviário metropolitano, interligando Natal, Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo do Amarante. Também está prevista a ampliação do ramal sul, a partir do município de Parnamirim em direção a Nísia Floresta e São José de Mipibú.

Fonte: Tribuna do Norte - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=47780684&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 

PF indicia maquinista por acidente que matou oito


Perícia concluiu que se composição estivesse dentro da velocidade permitida, vagões não teriam atingido casas próximas à linha
Por Rodrigo Lima

O maquinista da América Latina Logística (ALL) Donizete Aparecido Herculano foi indiciado pela Polícia Federal (PF) de Rio Preto pelo crime de de perigo de desastre ferroviário - artigo 260 do Código Penal. Herculano, segundo a PF, conduzia a composição que descarrilou no Jardim Conceição acima da velocidade permitida para o trecho, que era de 25 km/h, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres.

O descarrilamento resultou na morte de oito pessoas, em novembro do ano passado. Segundo a PF, com base em laudo do Instituto de Criminalística, o trem estava a 44 km/h. O maquinista prestou depoimento ontem em Araraquara ao delegado José Eduardo Pereira de Paula. De acordo com o delegado, o maquinista alegou em sua defesa que no computador de bordo da locomotiva não havia registro de restrição de velocidade no trecho em que o acidente aconteceu.

Perícia realizada pelo Instituto de Criminalística (IC) e peritos da PF indicou que se o trem estivesse dentro da velocidade ele não teria atingido as casas, mesmo com o descarrilamento. “Ele (Herculano) informou que não havia restrição de velocidade a 25 quilômetros no trecho do acidente e, por isso, poderia trafegar até 50 quilômetros por hora”, disse José Eduardo, que considerou o maquinista “imprudente”. Com base na perícia, o delegado afirmou que a velocidade da composição contribuiu para que as casas fossem atingidas pelos vagões que descarrilaram.

Como o caso resultou em morte, José Eduardo disse que, caso seja denunciado pelo Ministério Público Federal e, posteriormente, condenado pela Justiça, o maquinista poderá responder também pelo crime de homicídio culposo. A pena prevista é de detenção de um a três anos. O perito do IC William Cruz afirmou em depoimento à PF que também não havia sido informado pela empresa da restrição da velocidade no trecho em que o trem descarrilou. Após concluir o laudo que apontou a movimentação do solo como acidente, ele foi obrigado a fazer um adendo indicando o excesso de velocidade como causa para a tragédia.

Além da velocidade, o perito reforçou que a falta de drenagem de água pluvial no local do acidente, e a infiltração com movimentação do solo, foi a principal causa do descarrilamento do trem. Essa movimentação da superfície, denominada como subsidência, em um trecho de 14 metros no quilômetro 201,3, provocou o rebaixamento dos trilhos em 2,5 centímetros, o suficiente para desencaixar o friso das rodas dando causa ao descarrilamento dos vagões.

Em nota, a ALL afirmou que “o maquinista prestou todos os esclarecimentos à Policia Federal, reiterando que a composição trafegava dentro do limite de velocidade de segurança do trecho”. “O maquinista encontra-se afastado das suas funções por licença médica”, afirmou a empresa, ao dizer que as limitações impostas pela ANTT no trecho foram sanadas e, por isso, passaria a prevalecer o limite de velocidade original de até 50 quilômetros por hora.

PF apura responsabilidade

O delegado da Polícia Federal, José Eduardo Pereira de Paula, quer agora identificar quais foram os funcionários empresa América Latina Logística (ALL) que deixaram de constar em boletim as restrições de velocidade do trem no trecho urbano de Rio Preto. Ele afirmou que o maquinista Donizete Aparecido Herculano disse que no boletim eletrônico de restrição elaborado no Centro Operacional da ALL não havia orientação para redução da velocidade.

A Polícia Federal de Rio Preto fará diligências para identificar os responsáveis pela elaboração do documento na sede da empresa, em Curitiba, no Paraná. “Vou apurar porque nas informações não foram inseridas as restrições.Vamos fazer diligências no Paraná”, afirmou. Ontem, o delegado não quis informar se já definiu novos indiciamentos na investigação. O descarrilamento do trem também é apurado pela Polícia Civil.

Fonte: Diarioweb 

Maquinista confirma velocidade que contribuiu para tragédia de Rio Preto


Em depoimento, maquinista afirmou que estava a 44 km/h. Trem descarrilou, invadiu casas e matou oito pessoas em novembro.
O maquinista da composição que descarrilou e matou oito pessoas em São José do Rio Preto (SP) em novembro prestou depoimento nesta segunda-feira (4) para a Polícia Federal. De acordo com o depoimento, o homem afirmou que estava acima da velocidade permitida, mas achava que aquela era a normal para o trecho.

O maquinista disse em depoimento que estava a 44 km/h - a velocidade máxima permitida no trecho, que é urbano e tem cruzamento em nível, é de 25 km/h. O funcionário disse ainda que não havia nenhum aviso da concessionária de que ele deveria frear na área urbana, que a ordem era apenas a de não exceder 50 km/h. A informação é do delegado federal José Eduardo Pereira de Paula, responsável pelo inquérito.

O maquinista foi indiciado pelo crime de perigo de desastre ferroviário. Os inquéritos das polícias Civil e Federal seguem, mais pessoas devem ser ouvidas e a concessionária também pode ser indiciada.

A ALL (América Latina Logística), responsável pela malha férrea na região noroeste paulista, encaminhou uma nota sobre o assunto e "esclarece que o maquinista prestou todos os esclarecimentos à Policia Federal nesta data, reiterando que a composição trafegava dentro do limite de velocidade de segurança do trecho. O maquinista encontra-se afastado das suas funções por licença médica", disse a nota.

Relembre o caso
Nove composições carregadas com milho descarrilaram por volta das 17h do domingo, 24 de novembro, no Jardim Conceição, em Rio Preto, atingindo duas casas e afetando outras duas. Foram confirmadas oito mortes, entre os mortos duas crianças (de 2 e 6 anos), quatro mulheres e dois homens. Outras sete pessoas foram socorridas pelas equipes de resgate do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e encaminhadas para o Hospital de Base e a Santa Casa da cidade.

Em nota ao G1, na época, a ALL disse que  "a concessionária responsável pela operação no trecho lamenta profundamente a fatalidade ocorrida e se solidariza às famílias e vitimas, a quem dará todo suporte e apoio. Por meio do centro que controla remotamente, via satélite, toda a operação, a empresa confirmou que a composição transitava dentro dos limites de velocidade do trecho. As causas do acidente serão investigadas por meio de sindicância".

Fonte: Do G1 Rio Preto e Araçatuba - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=8941172 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014





Relatos do abandono: Onde estão nossos trens?


O barulho das rodas indestrutíveis sobre os trilhos de ferro, a buzina inconfundível que mostrava o colosso com seu motor diesel despertando a imaginação das gerações, os vagões carregando toneladas para os mais longínquos lugares e as estações com pontos de parada nas cidades. Tudo isso nos faz perguntar: Por onde andam nossos trens?
O Patosonline.com foi em busca de respostas para saber o porquê do mais barato e seguro transporte de cargas e passageiros estar abandonado no Nordeste. Com o abandono dos trens, as rodovias passaram a ter mais caminhões para escoar as mercadorias causando problemas de tráfego dos mais variados.
Vaja o que diz Severino Urbano, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias do Estado da Paraíba (SINTEFEP):
“A partir do dia 01 de janeiro de 1998, fruto do processo de privatização implantado no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), começou a operar na Paraíba a empresa Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN), sucedendo a Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), que entre tantas nomenclaturas, hoje é denominada Ferrovia Transnordestina e Logística S/A (FTL). A empresa já renasce morta, pois não está administrando e operando nada no estado”.
“Esta empresa assumiu o transporte ferroviário de cargas, que antes público, passou a ser privado. Antes desta ‘sucessão’, a ferrovia operava a pleno vapor, com trens circulando em nosso estado, tanto internamente, quanto externamente, com cargas vindas dos estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco”.
“Éramos em torno de 400 ferroviários; a maioria das estações abertas; o trecho ferroviário (via permanente) tinha condições de trafego; oficinas funcionando; alojamento em perfeitas condições e tínhamos a credibilidade dos clientes que transportavam suas mercadorias com segurança, pontualidade, além de o frete ferroviário ser muito mais barato do que o frete rodoviário. O estado da Paraíba tinha receitas de todo transporte ferroviário que circulava”.
“Os clientes sumiram devido ao alto valor de transporte que foi implantado pela nova empresa, bem como a falta de pontualidade na entrega das suas mercadorias. Com isso, quem perdeu foi estado, que deixou de arrecadar. E o mais grave: os empregados que perderam seus postos de trabalhos, chegando ao nível crítico de apenas 30 empregados”, Relata Severino Urbano.
A reportagem ouviu o senhor Ademar Almeida, que reside na cidade de Patos e começou a trabalhar na empresa em 1983 na cidade de Campina Grande (PB). Em 1984 ele veio morar no município de Patos com sua família. Triste com a situação da empresa que já foi símbolo de desenvolvimento, ele diz: “Eu não acredito que veja a ferrovia voltar a funcionar”.
Seu Ademar espera pela aposentadoria que está na justiça devido à empresa burocratizar direitos elementares do trabalhador. Seu Ademar se lembra dos tempos áureos em que a Rede Ferroviária Federal tinha centenas de trabalhadores e funcionava 24 horas transportando mercadorias de forma eficaz.
“Eu daria a ideia que as prefeituras aproveitassem esses espaços. Em Pombal, a prefeita Poliana fez a secretaria de esportes e ajeitou toda estrutura. No Iguatú, o prefeito fez uma estação digital”, confessa Seu Ademar ao ver a Estação Ferroviária de Patos completamente abandonada.
Em Patos, bem como no resto do Estado da Paraíba e em parte do Nordeste, as estações de trem estão abandonadas e um patrimônio bilionário sendo desperdiçado pelos governantes que deveriam intervir antes que seja tarde demais.

Jozivan Antero – Patosonline.com
Agradecimentos:
Severino Urbano, Eriwertton Candeia, José Cleófas (SINTEFEP) e ao senhor Ademar Almeida.
http://patosonline.com/post.php?codigo=41996

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Metrô paulista recebe matérias e infográficos da Superinteressante


Com a ação, o título da Editora Abril pretende levar seu conteúdo a quem não acompanha a revista.
Em agosto, mais de 200 painéis com o conteúdo da Superinteressante serão colocados em diversas estações e trens do Metrô de São Paulo. Matérias e infográficos produzidos pela revista estarão expostos em diversas linhas da cidade.

Com a ação, o título da Editora Abril pretende levar seu conteúdo a quem não acompanha a revista. A expectativa é que os painéis, que ficarão expostos ao longo de todo o mês de agosto, impactem mais de 1 milhão de pessoas por dia.

Para o diretor de redação da Super, Denis Russo Burgierman, as ações vão além de uma publicação mensal. "É uma operação de produção e distribuição de informação, bem editada, organizada, sobre qualquer tipo de conhecimento. A revista é só um dos canais pelos quais fazemos isso. Foi daí que surgiu a ideia de levar nosso conteúdo para fora do papel. Vemos potencial para fazer isso de muitos outros jeitos, em muitos outros lugares, virtuais ou reais".

Entre o conteúdo apresentado, estão os infográficos das matérias “Carne Bovina” e “Metrô da Ciência”, que ficarão expostos na Consolação e Luz. Na estação São Bento, 13 painéis estarão junto às escadas rolantes com curiosidades da coluna “Banco de Dados”. A estação Anhangabaú terá oito painéis.

Matérias da seção 'Manual', que ensina os leitores a contornar situações inusitadas, serão expostas em mais de 76 trens do metrô, nas linhas Azul, Verde e Vermelha.

Fonte: Redação Comunique-se - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=25337197&id_grupo=1&id_canal=1&p=1 

Programa de ferrovias começa a superar indefinições


Atualmente, o sistema ferroviário brasileiro totaliza 30.051 km de extensão e é composto por 12 malhas concedidas, sendo 11 à iniciativa privada.
Considerado a primeira política pública estruturada para o setor ferroviário, o Programa de Investimentos em Logística (PIL) começa a superar indefinições e incertezas para poder deslanchar suas primeiras concessões neste segundo semestre, avaliam empresários e representantes governamentais.

Os trechos de Lucas do Rio Verde (MT)-Campinorte (TO) e Açailândia-Vila do Conde (PA), no total de 2,6 mil km, tidos como prioritários por ser importantes vias de escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste, já estão com estudos adiantados, aguardando publicação de edital nos próximos meses. O valor do investimento é de R$ 4,7 bilhões, com prazo de cinco anos para início de operação. Outros seis trechos, de 7,4 mil km, esperam manifestação dos interessados para elaboração de estudos de engenharia e preparação dos editais de concessão.

"Acho até que o setor empresarial demorou a compreender o modelo de concessões do PIL. Mas, depois de diálogo do governo federal com a iniciativa privada, houve algumas mudanças importantes como a taxa de retorno do investimento privado e um modelo de negócio mais estruturado para as ferrovias", destaca Gustavo Bambini, presidente executivo da Associação Nacional de Transporte Ferroviário (ANTF).

"Eu sou otimista", ressalta o executivo. "Agora com esse interesse de investidores chineses (China Railway Construction Corporation) de se associarem a uma construtora brasileira (Camargo Corrêa) e também do interesse da estatal russa (Russian Railways International) de se unir à brasileira Progen para criar uma empresa visando explorar futuras concessões de ferrovias, acho que esse programa vai se acelerar a partir do segundo semestre", diz Bambini. "Há movimentações importantes do setor empresarial no sentido de se articular para participar do modelo atual de concessões", afirma.

A experiência bem-sucedida do setor privado na administração de ferrovias brasileiras, a partir de 1997, na primeira fase de concessões, justifica o empenho e o apoio do empresariado ao novo modelo, que prevê investimentos de R$ 99,6 bilhões na construção e melhoria de 11 mil km de linhas férreas, de acordo com estudos da ANTF. Ao longo dos últimos 17 anos, as concessionárias brasileiras investiram mais de R$ 38 bilhões em novas tecnologias, capacitação profissional, compra e reforma de locomotivas e vagões, melhoria das operações ferroviárias e recuperação da malha.

Uma única concessionária, a América Latina Logística (ALL), investiu mais de R$ 12 bilhões em recuperação, melhorias e ampliação da malha ferroviária desde o início das concessões, em 1997. Os números da ANTF mostram que os investimentos tiveram resultado positivos: 94% de aumento na movimentação de cargas; 119% de crescimento da produção ferroviária; 173% de aumento na quantidade de empregados e 77% de redução no número de acidentes.

Atualmente, o sistema ferroviário brasileiro totaliza 30.051 km de extensão e é composto por 12 malhas concedidas, sendo 11 à iniciativa privada. O governo federal, através de investimentos diretos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), realiza obras em duas importantes ferrovias: a Norte-Sul (FNS), e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Com 1.527 km de extensão, a Fiol estabelecerá comunicação entre Ilhéus, Caetité e Barreiras, cruzando o Estado da Bahia até chegar a Figueirópolis, no Tocantins, ponto de sua interligação com a FNS. Terá capacidade para transportar 40 milhões de toneladas ao ano. O trecho que está em obras tem 1.027 km, entre Ilhéus e Barreiras, com investimento de R$ 6 bilhões. Mas só fica pronto em 2016.

Fonte: Valor Econômico/Revista Ferroviária - http://www.sinfer.org.br/site/ultimas_noticias.asp?id_noticia=10093192